Billie Joe Armstrong com o Green Day

Apesar de possuir uma nota razoável no Metacritic (68 de 100), que publica avaliações de álbuns feitas por seus usuários, Father of All Motherfuckers (2020), mais recente disco do Green Day, ficou entre os piores álbuns do século segundo um estudo deste semestre.

Recentemente, como conta a Loudwire, o site britânico Top Rated Casinos decidiu compilar as críticas do Metacritic para determinar quais seriam os trabalhos mais mal avaliados dos anos 2000 que aparecem por lá. Foi nessa que a banda liderada por Billie Joe Armstrong entrou na infame listagem com a sexta posição.

O portal separou todas as resenhas por álbuns, artistas, gêneros e usuários, criando uma lista de palavras negativas obtida a partir das críticas ruins mais comuns e o ranking derivou da quantidade que esses termos foram usados nas avaliações. A proporção das críticas negativas de usuários foi calculada através da seguinte fórmula: número de críticas negativas + 0.5  * número de críticas “razoáveis”.

À frente do Green Day com Father of All Motherfuckers, o Top 5 dos piores álbuns do século, de acordo com a metodologia estipulada, é constituído por Drake com Scorpion (2018), Logic com Confessions of a Dangerous Mind (2019), Chance the Rapper com The Big Day (2019), e Justin Bieber, com os discos My World (2009) e My World 2.0 (2010).

Confira outros números apontados pela Top Rated Casinos aqui.

Green Day e Father of All Motherfuckers

Father Of All… é um dos discos mais diferentes da carreira do Green Day. Por exemplo, a duração do álbum é a menor em toda a trajetória do grupo, com apenas 26 minutos e 12 segundos.

Aliás, a faixa-título é um petardo interessante que celebra o revival do Rock And Roll apresentado por bandas como The Hives de forma tão brilhante justamente no começo do século.
Relembre o álbum ao final da matéria!

Turnê do Green Day

Dias atrás, a banda de Pop Punk se apresentou na minúscula casa de shows Metro, em Chicago, nos Estados Unidos. O local é bastante famoso por abrir as portas para a cena underground e tem capacidade para apenas 1.100 espectadores. Não à toa, os ingressos se esgotaram segundos após a abertura oficial.

Aproveitando a oportunidade, a banda resolveu simplesmente desenterrar uma série de raridades que não tocava há muito tempo — até 21 anos, por exemplo, como no caso de “Church On Sunday” e “Warning”.

No dia 9 de Setembro, o Green Day fará sua estreia no Rock in Rio ao fechar a noite que também contará com Fall Out Boy, Avril Lavigne e mais.

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