domingo, 8 de dezembro de 2019

Na busca por um público mais amplo, Castello Branco lança “Sermão”

Capad e
Foto: Divulgação

Ao longo dos anos 70, o aclamado compositor brasileiro Jorge Ben Jor (sob o nome artístico Jorge Ben) vivia sua fase mais esotérica/experimental. Na época, ele lançou discos que, apesar de não se tornarem sucessos comerciais, são considerados clássicos nos dias de hoje.

Uma das mais expressivas canções dessa fase foi “Os Alquimistas Estão Chegando“. Lançada em 1974, a composição surgiu a partir do contato que Jorge teve com a alquimia durante sua juventude. Em linhas gerais, Jorge fala sobre uma possibilidade de transcendência humana, alcançando qualidades divinas. É proposta uma mudança, já que o humano, por si só, não é suficiente.

Mas podemos dizer que, se os alquimistas ainda não chegaram, eles estão bem próximos! O que era considerado fora da caixinha está se tornando cada vez mais comum. São atitudes, como pintar o cabelo de uma cor diferente, que se mostram simbólicas em um sentido mais amplo. Isso é uma prova de que a humanidade já não consegue se sustentar simplesmente pelos padrões. A necessidade de afirmação de existência fala mais alto!

Diante deste cenário, o que a humanidade precisa para se (re)encontrar? Um sermão? Pois é justamente este o título do mais novo disco de Castello Branco.

“Um sermão para o sermão”

Sermão dá continuidade a uma curva ascendente na carreira de Castello Branco. Com a produção de Ruben di Souza, o cantor busca tornar a sua arte cada vez mais acessível. Em entrevista exclusiva ao TMDQA!, conversamos sobre a trilogia de álbuns, sobre a mensagem contida nas novas canções e sobre a busca do ser humano por compreensão.

Confira abaixo:

Castello Branco
Foto: Fernando Schlaepfer

TMDQA!: Sermão começa com a frase “Guenta aí”, um conselho, uma frase talvez imperativa. Como é “dar sermão” em 2019, em um momento social onde todo mundo quer bancar ser especialista em determinados assuntos?

Castello Branco: O Sermão é, na verdade, um sermão para o sermão. O álbum é a parte final de uma trilogia, mas a gente só consegue entender isso quando a gente entende o que eu fiz antes. Serviço e Sintoma: nenhuma das palavras que foram escolhidas para dar nome a essa trilogia são como se eu estivesse fazendo aquilo. É como se eu estivesse trazendo essa palavra por achar que é o momento dela. Ao mesmo tempo, todas as três palavras são provocativas. Elas têm esse lado. Enquanto o sermão tem associação à bronca, serviço pode remeter ao trabalho escravo, e sintoma remete rapidamente a uma doença. Mas essas palavras também têm suas respectivas belezas magníficas. Sermão traz uma força de que às vezes é importante ouvir e entender o que o outro tem a dizer. A gente perdeu um pouco isso hoje em dia.

A capa também provoca isso. “O que está acontecendo?”, “O que vocês aprenderam até hoje?”, “O que vocês enxergam?”… A gente julga muito o outro, mas não nos colocamos nesse lugar. É um pouco disso. Tem a coisa do professor também. A gente está ao mesmo tempo dando e recebendo sermão. Mas será que estamos dando mais do que ouvindo? A ideia é trazer um pouco dessa questão. E isso é doido, porque, em 2019, é o que está tendo. Tudo é política, e a gente é um reflexo dessa parada. Eu acho que o confronto, na verdade, não é com o outro, mas sim com a gente mesmo. A batalha precisa ser interna.

TMDQA!: O álbum passa uma mensagem de “viva o agora”. Como, para você, a música consegue impactar o comportamento/pensamento das pessoas? Como está sendo a repercussão do disco nesse sentido?

Castello Branco: A melhor forma de “andar pra frente” é viver o presente. No disco, isso está claro. O passado e o futuro vão deprimir, porque ou vai causar ansiedade ou vai causar depressão, que são os maus de uma década em que as coisas estão tão rápidas. Acho que viver o agora é uma chave importante para a mente ficar em um estado em que você consiga lidar com ela com clareza e profundidade. Se o disco efetivamente tem um “Sermão”, é este.

“Eu não fico satisfeito em não ser compreendido”

TMDQA!: Sermão é claramente um álbum mais solar e menos intimista do que o também ótimo Sintoma. Eu queria saber um pouco mais sobre o processo de composição das novas faixas. Como elas surgiram? O que elas representam para a sua vida?

Castello Branco: Eu sou a cobaia do que eu faço. Isso quer dizer que é impossível ter certeza absoluta de algo. Podemos ser bonitos e feios ao mesmo tempo. Aí entramos na questão do som. Eu estou tentando fazer um som mais pop, como algumas pessoas falam. Isso porque eu estou tentando fazer com que o som não siga muito a ideia do que eu estou dizendo, porque se não vai entrar em um lugar que só algumas pessoas vão acessar, o que não é meu objetivo. Eu não fico satisfeito em não ser compreendido. Não é uma vaidade minha. Tem gente que prefere ser incompreendido, mas eu não. Eu estou em um processo de tentar traduzir tudo que eu sinto e enxergo de uma forma mais fácil, sem que a pessoa tenha que pegar um livro. É um processo de educação cósmica.

Tem a questão da alquimia também. Eu estava ouvindo de novo a música “Os Alquimistas Estão Chegando“, do Jorge Ben, e aí concluí: “Cheguei”. Acho que é, de fato, o momento para buscarmos entender essa alquimia, que Raul Seixas, Ben Jor e muitos outros naquela época já começaram a falar, mas que todos consideravam “coisa de doidão”. Minhas mães eram feministas radicais, com cabelo raspado, pelo no sovaco… Elas saíram da cidades completamente incompreendidas, para criar um contexto em que a energia feminina fosse a predominante. Hoje, se você falar com qualquer jovem da zona sul carioca, todo mundo incentiva coisas assim. Eu sinto que fui criado em um contexto que só veio a ser entendido agora. Hoje, os alquimistas chegaram. Precisamos nos preparar para isso.

TMDQA!: Existe algum artista ou movimento musical em específico que inspirou a sonoridade das novas canções?

Castello Branco: Primeiramente, procurei alguém que pudesse entender essa coisa de um som um pouco mais comercial e, ao mesmo tempo, essa questão da adoração. Existem muitos artistas grandes que fazem isso, como a Beyoncé. É uma questão de adoração não ao artista, mas a alguma energia superior. Quando você faz um som com adoração, a energia é outra. É algo delicado, mas sinto que consegui fazer isso em Sermão.

“Quero abrir meu público”

TMDQA!: O disco é encarrado com a faixa “Uma Flecha Para O Futuro”, uma ode ao amor e uma lição para um ser humano insatisfeito. Como se deu, para você, essa perspectiva temporal do álbum, que começa com “Guenta Aí” e termina falando sobre perspectivas para o futuro?

Castello Branco: A trilogia passeia nos tempos. Serviço seria o meu passado, o Sintoma é o futuro e o Sermão é o presente. Falar sobre o futuro, neste disco, é um pedido para o ouvinte se acalmar. Estou pedindo para a pessoa se segurar ao presente. “Uma Flecha Para O Futuro” é um caminho para entendermos o futuro, sem precisarmos pensar nele. Em algum momento, a flecha será disparada.

TMDQA!: Isso me fez pensar: você já tem planos para o futuro da sua carreira?

Castello Branco: Eu quero fazer gravações com alguns parceiros, como a Duda Beat, o Rubel, a Aline Rosa… Eu tenho muita música, e quero fazê-las com participações especiais como singles. Quero abrir meu público para trazê-los para dentro da trilogia. Já para o quarto disco, ainda não sei (risos). Muita coisa pode acontecer!

Beck realiza sonho de infância e grava EP no estúdio de Prince; ouça

Beck Paisley Park
Reprodução/YouTube

Prestes a lançar seu novo disco, Hyperspace, no dia 22 de Novembro, o cantor e compositor Beck trouxe um pequeno agrado aos fãs divulgando um EP chamado The Paisley Park Sessions.

E a novidade não para por aí: como o próprio título já diz, as canções foram gravadas no famoso estúdio Paisley Park, também conhecido como o estúdio do Prince.

The Paisley Park Sessions se torna o primeiro material a ser gravado no local após a morte do lendário artista. Por enquanto, o EP está disponível apenas para assinantes da Amazon Music. Mas a partir do dia 18 de Novembro também estará no YouTube.

E, para nos deixar mais curiosos ainda, o material contém três canções. Duas delas são originais: “Where It’s At” e “Up All Night”. Já a terceira é um medley especial com grandes hits de Prince, como “Raspberry Beret”, “Kiss”, “When Doves Cry” e “1999”.

O cantor divulgou um vídeo para nos dar um gostinho do EP, contando também da experiência de gravar no estúdio: “Eu ouvia o nome desde que eu era criança, de Paisley Park, e ficava imaginando este lugar. É especial estar aqui e vê-lo pessoalmente.”

Veja abaixo:

Confira o EP:

Beck

Ouça aqui o último single de Beck, “Dark Places”, canção co-produzida com Pharrell Williams.

Brody Dalle e Josh Homme (QOTSA) estão se divorciando, aponta TMZ

Brody Dalle e Josh Homme
Foto: Reprodução / Instagram

Parece que o amor acabou, pelo menos entre Josh Homme Brody Dalle.

O vocalista do Queens of the Stone Age se casou com a líder do The Distillers há 12 anos, mas informações do TMZ apontam que ela teria pedido o divórcio. O portal informa que teve acesso a documentos judiciais, e a solicitação teria sido feita nesta sexta-feira (15).

Não há mais detalhes sobre o que levou ao término, por enquanto.

Favela Sounds chega à quarta edição com Black Alien, Tuyo e mais no Baile

Mais uma edição do Favela Sounds e dessa vez conta com muitas novidades. Com o foco principal em conectar as periferias do Brasil e do mundo, o Festival Internacional de Cultura de Periferia traz o panorama e aponta tendências da música das quebradas.

Em entrevista para o TMDQA!, uma das idealizadoras do evento, Amanda Bittar, fala sobre o objetivo dessa quarta edição. “Na ideia de ser um festival voltado à cultura periférica, unimos artistas de vários linguagens e promovemos uma série de atividades formativas. Então, a nossa intenção sempre é ser um ponto de encontro da cultura de periferia, apresentando essas atrações e atividades para um público periférico, no centro da capital do país. Tentamos também apontar futuras tendências da música como fizemos nas primeiras edições, e estamos muito felizes com a receptividade da galera,” afirma.

Temática

Este ano, Favela Sounds é a rua do mundo. A rua que conecta línguas, pessoas, referências e identidades. A rua do passado, presente e futuro, da memória de um povo, da acelerada transformação da língua e linguagem, das manifestações, da música.

Realizado pelo Um Nome Produção e Comunicação, o festival reivindica e preza por um espaço democrático de convivência, visando ser um retrato da diversidade. Mais do que localizações geográficas, para o festival, “favela” é a identidade que une as vozes daqueles que superam a opressão de alguma forma, seja contra seus corpos, escolhas ou comportamentos.

A importância de olhar a periferia como uma fonte de cultura riquíssima é a prioridade do Favela Sounds. Para Amanda, é indiscutível o consumo de produtos e culturas advindos desses locais.

Infelizmente a gente tem um olhar bastante enviesado no Brasil, onde a gente prioriza muito o que vem da elite, justo quando, sem a periferia, sem a grande massa trabalhadora e produtora, a gente não seria nada. Então, tá tarde pra termos esse tipo de movimentação, de reconhecer o que vem da periferia. Então é isso: as tendências apontam pra periferia, é importante entender que estão tomando o Brasil de forma latente, culturalmente falando. É essencial ter uma visão mais formadora desses espaços e saber valorizar. E o festival faz um pedacinho de muito o que pode ser feito e tentando aumentar cada vez as ações para que tenha mais impacto social.

Programação

A quarta edição começou na segunda (11), com atividades formativas e educacionais realizadas nas Regiões Administrativas do DF. Ali rolaram os Favela Talks, inspirados no projeto TED Talks e também oficinas profissionalizantes de temas como discotecagem, beat making e literatura negra. Em três escola públicas do DF, o Papo Reto, proporcionou um convidado especial para uma conversa motivadora e um pocket show. A terceira etapa, Tamo Junto, aconteceu em três unidades do Sistema Socioeducativo do DF para dialogar com jovens que cometeram infrações e estão cumprindo medidas educativas com ou sem privação de liberdade.

Fechando com chave de ouro a programação do festival, o Baile ocupa o espaço Arena Lounge do Estádio Nacional Mané Garrincha neste final de semana. A novidade do local foi por conta da reunião do BRICS, que é realizada na Esplanada dos Ministérios nesse final de semana. “E por ser um local totalmente coberto, é importante que seja confortável para o público, tanto na estrutura quanto na experiência”, reitera Amanda.

O sábado 16 começa às 16h30, com abertura do Afoxé Ogum Pá (DF), com um cortejo que abre caminhos para os shows. Em seguida, Doralyce (PE) sobe ao palco com show do disco Canto da Revelação (2017). Quem também sobe ao palco é a banda Gato Preto (Moçambique/Alemanha). Pela primeira vez na América Latina o trio chega ao Favela Sounds com apoio do Goethe-Institut para apresentar seu show afrofuturista e hipnotizante, aclamado em alguns dos palcos mais importantes do mundo. Além deles, compõem a programação Enme Paixão (MA), artista drag queen que traz a cultura dos paredões maranhenses ao universo pop LGBT, DJ Byano (RJ), criador do baile da Chatuba e residente no Baile da Gaiola, com o melhor do funk carioca 150 BPM, a rapper Tássia Reis (SP) referência do rap feminino no Brasil, como o novo álbum Próspera. Fecha a programação deste Baile a banda Shevchenko & Elloco (PE), donos das paradas de sucesso de Recife e com milhões de visualizações no Youtube, são grandes destaques do movimento brega-funk.

O Baile do domingo 17 tem início às 17h30 com o grupo de samba 7 na Roda (DF), promovendo uma grande roda para começar em alto astral. Segue-se a eles Prethaís (DF), rapper da nova geração do DF e uma das fundadoras da Casa Akotirene, com letras fortes e pungentes. Em seguida a banda Tuyo (PR), com vozes doces e letras que falam de amor, o grupo já conta com grande número de fãs e tem sido pedida certa nos principais festivais do país. Djam Neguin (Cabo Verde) é a segunda atração internacional do festival. Fruto da participação do Favela Sounds no Atlantic Music Expo (AME 2019 – com apoio do programa Conexão Cultura #Negócios), o artista se apresenta pela primeira vez no Brasil, com sua pegada R&B dançante.

A Bahia chega em peso ao segundo dia de Baile, com Vandal, rapper veterano e ao mesmo tempo propulsor de tendências no Hip Hop de Salvador; TrapFunk & Alívio, banda do Nordeste de Amaralina que, tal como o nome indica, mistura trap e funk em um show enérgico e de alto impacto visual. A contagiante Dama do Pagode, um dos principais nomes da novíssima e potente geração de mulheres líderes de bandas pagode de Salvador. Iasmin Turbininha (RJ), primeira mulher a produzir funk 150 BPM no Rio de Janeiro e residente do Baile da Nova Holanda. Quem fecha a noite é Black Alien (RJ), rapper carioca que lança o disco Abaixo de Zero: Hello Hell, indicado por público e crítica especializada como disco do ano de 2019.

Representatividade e acessibilidade

Desde a edição passada, o Favela Sounds busca apresentar um lineup representativo e que valoriza a equidade de gêneros, com pelo menos 50% de atrações femininas. Além disso, o festival reforça seu compromisso com a pluralidade e diversidade, elencando importantes vozes LGBTs em sua programação.

Outra ação importante do festival é o transporte gratuito para os dias de Baile. No sábado e no domingo, o Favela Sounds oferece ao público 10 ônibus saindo de diferentes Regiões Administrativas do DF com direção aos shows e retorno às mesmas localidades ao fim da noite. As rotas atendidas serão disponibilizadas nas redes sociais do festival.

Então, anota aí: o baile acontece nos dias 16 e 17 de Novembro, no espaço Arena Lounge do Estádio Nacional Mané Garrincha. A entrada é gratuita, contudo é necessário a retirada de ingresso no portal Sympla. Vê se não perde, hein?

 

Novos vídeos: Weezer, Angels & Airwaves, Modest Mouse, Turnover, Poppy

Rivers Cuomo (Weezer) em São Paulo, 2019
Foto por Aline Krupkoski

O filme O Ritual ganhou uma música bem especial! “California Snow” é a contribuição do Weezer para a trilha do longa, e já recebeu um clipe com participação de Adam DeVine, que aparece no filme. Assista abaixo!

Angels & Airwaves

Tom DeLonge finalmente retornou às atividades musicais esse ano com o Angels & Airwaves. Ainda sem anunciar um novo disco ou qualquer coisa do gênero, os caras divulgaram um clipe para a divertida “Kiss & Tell”, que parece resgatar alguns elementos de seus tempos de blink-182. Confira a seguir!

Modest Mouse

Modest Mouse tem lançado algumas músicas soltas durante o ano, e acaba de fazer isso de novo. A ótima “Ice Cream Party” vem acompanhada de uma espécie de experiência audiovisual, e musicalmente traz todos os elementos que caracterizam a banda. Assista!

Turnover

Cansados do emo, o Turnover adotou uma pegada mais animada em seu novo disco, Altogether. A canção “Still in Motion”, no entanto, talvez seja uma das mais melancólicas e ganhou um belo clipe para acompanhar. Enquanto esperamos a passagem dos caras pelo Brasil em Janeiro de 2020, vale a pena conferir!

Poppy

A excêntrica Poppy está a todo vapor, e já prepara mais um grande lançamento. Depois de mostrar um estilo mais pesado em seu EP Choke, lançado mais cedo este ano, ela parece ter abraçado a estética. “BLOODMONEY” é seu novo single, que fará parte de I Disagree. O disco cheio tem previsão de lançamento para 2020.

Novas músicas: Noel Gallagher’s High Flying Birds, Beck, Billie Eilish, The Flaming Lips, King Diamond

Noel Gallagher em São Paulo-4
Foto por Stephanie Hahne

Noel Gallagher está de volta com o High Flying Birds! O ex-vocalista do Oasis divulgou o single “Wandering Star”, que fará parte do EP Blue Moon Rising, previsto para ser lançado em 6 de Março de 2020. A nova música traz uma sonoridade bem natalina e bela. Confira a seguir!

Beck

Beck está a todo vapor com a divulgação de Hyperspace, seu novo álbum que será lançado dia 22 de Novembro. Depois de assumir uma pegada retrowave em “Dark Places”, a nova “Everlasting Nothing” retoma a pegada mais clássica do cantor. Soando como uma balada criativa e com produção de Pharrell Williams, vale a pena ouvir.

Billie Eilish

A jovem sensação Billie Eilish não esperou nem seu disco When We All Fall Asleep, Where Do We Go? completar 1 ano para lançar novo material. O single “everything i wanted” foi divulgado na última quarta-feira (13), e mostra a cantora em uma pegada um pouco diferente. Com um ritmo quase house music, a voz suave de Billie ainda se mantém e dita o tom intimista da faixa. Ansiosos pelo que vem por aí!

The Flaming Lips

Flaming Lips sempre surpreende, né. Enquanto esperamos o lançamento do disco ao vivo que trará uma versão especial de The Soft Bulletinos caras divulgaram um medley de Natal. “Little Drummer Boy/Peace On Earth” é baseada na versão de 1977 de Bing Crosby David Bowie, e vem em um belo e psicodélico arranjo.

A música já havia sido disponibilizada em Dezembro com um vídeo bizarro no YouTube, disponível abaixo, mas só agora ganhou lançamento oficial.

King Diamond

Tem metal na lista também! O icônico King Diamond está de volta com o single “Masquerade of Madness”, que fará parte do novo álbum The Institute, a ser lançado no ano que vem. A música saiu 3 dias após a triste notícia do falecimento de Timi Hansen, grande amigo do astro e baixista de sua banda, além do Mercyful Fate, que mesmo assim irá se reunir em 2020.

Motorola vai relançar o Razr, celular flip, com tela touch; vídeo e preço

Novo Motorola Razr

Quem viveu o início dos anos 2000 certamente se lembre da febre dos flip phones – aqueles celulares que abriam e fechavam, podendo esconder o teclado e cabendo perfeitamente nos bolsos. Era o caso do Motorola Razr, e a empresa está disposta a reviver (e repaginar) o conceito.

Com um preço de “apenas” U$1.500 (cerca de R$6.300, em conversão direta), a nova versão do Razr traz tela touch e um conceito bem interessante. Quando fechado, o celular tem o formato antigo, cabendo no bolso; aberto, ele se assemelha a um smartphone normal e atual.

A empreitada é uma tentativa de recuperar mercado, já que hoje a Motorola tem participação de apenas 8% na indústria. 15 anos atrás, quando o Razr foi lançado pela primeira vez, ele chegou a ser o celular mais vendido.

Confira um vídeo abaixo, mostrando mais detalhes do aparelho.

Motorola Razr

A maior preocupação dos consumidores é com a durabilidade do celular. Isso porque a Samsung tentou algo parecido recentemente, e os aparelhos não resistiram bem ao uso diário. A Motorola, no entanto, parece confiante no seu novo modelo.

Se você ficou interessado, o novo Razr chega ao Brasil em 2020. Você pode ver mais detalhes aqui (em inglês).

LEIA TAMBÉM: Reunião atrás de reunião: por que a nostalgia vende tanto na música?

“Tweets Malvados”: Green Day, Perry Farrell, John Mayer e mais reagem a xingamentos no Twitter

Mean Tweets #06
Reprodução/YouTube

O quadro Mean Tweets (Tweets Malvados, em português) do programa Jimmy Kimmel Live é sensacional. Como já contamos para vocês algumas vezes, a ideia é colocar bandas para lerem Tweets com críticas a eles mesmos. Trouxemos por aqui a participação do Avenged Sevenfold e uma com vários artistas como o blink-182, e acaba de ser lançada mais uma edição.

Em menos de 3 minutos, o vídeo compila uma variedade incrível de xingamentos. Até os próprios artistas são obrigados a reconhecer a qualidade de algumas ofensas! É o caso do Chance the Rapper, que não consegue conter o riso ao ler:

Chance o Rapper? Mais para Chance o vendido sem valor, sem culhões, sem pinto, sem alma, sem propósito, sem virtude. Belo comercial de Doritos, seu pedaço de merda.

Já alguns acabam concordando – e até complementando. O baterista Tré Cool, do Green Day, foi classificado como “uma versão emo de Ted Cruz [político americano]” e a banda caiu na risada, antes de Billie Joe Armstrong complementar: “Bom, o Mike [Dirnt, baixista] parece com o [Vladimir] Putin”.

Enquanto isso, temos aqueles que nem sentem a ofensa. Perry Farrell, líder do Jane’s Addiction, leu um Tweet que dizia “Quão doido é VOCÊ numa escala de 1 a Perry Farrell?” e disse, com um sorriso no rosto, que é “100% Perry Farrell”. O grupo de k-pop Monsta X também resolveu levar como elogio a pergunta “Por que todos os membros do Monsta X parecem com um valentão que também é um vampiro?”.

Não poderia faltar uma resposta para os mais abusados, né? A ótima Lizzo leu um Tweet que, basicamente, zoava o seu peso e o fato dela andar de ônibus. A resposta foi impagável:

Sim, eu sou um mulherão grande e eu ando de ônibus. Um ônibus de turnê, seu babaca. Cadê o seu?

O vídeo ainda traz vários outros artistas como Billie EilishCardi BLeon Bridges e mais. Veja na íntegra (em inglês) abaixo!

Alice Cooper e John Mayer

Outros destaques da brincadeira são John Mayer Alice Cooper. O primeiro se depara com a seguinte piada:

E se Deus na verdade é John Mayer tocando covers de Dave Matthews naquele boteco merda que seu pai gosta?

Já sobre Cooper, não podemos discordar. O Tweet diz que “Alice Cooper parecia ter 65 anos em 1972” e pergunta como ele ainda está vivo. Boa pergunta!

Oasis: Noel Gallagher impediu que Liam aparecesse na capa de “Wonderwall”

Apesar de não gostar muito de “Wonderwall”, parece que Noel Gallagher se preocupou com o conceito da capa do single. É o que conta o fotógrafo Michael Spencer Jones, responsável pela foto utilizada, disponível na capa da matéria.

Em papo com o The Mirror (via NME), ele explicou que a ideia inicial para o retrato envolvia Liam Gallagher, mas Noel impediu isso na última hora. Ele conta que, enquanto estavam indo para Primrose Hill fazer a sessão, ouviram um “táxi preto freando e cantando pneu”.

Michael completa falando que Noel saiu aos berros do táxi: “Wonderwall é uma canção de amor. É sobre uma garota”. Assim estava dado o veto, mas ele chegou um pouco tarde – há pelo menos um “rascunho” do que seria a capa com Liam. Veja abaixo.

Capa Original de Wonderwall

Liam Gallagher na capa de "Wonderwall"
Ideia original para a capa de “Wonderwall”. Foto: Michael Spencer Jones

No fim das contas, uma funcionária da Creation Records – não nomeada pelo fotógrafo – foi escolhida para a capa. Essa foto, e muitas outras “icônicas e nunca vistas” estarão na exposição de Michael no h club em Londres, gratuita entre 22 de Novembro e 12 de Janeiro.

Grimes lança novo single e anuncia data, nome e tracklist do novo disco

Grimes
Foto: Wikimedia Commons

Grimes é uma das artistas mais interessantes dessa geração e comprovou isso com seu último disco, Art Angels (2015). A canadense parece finalmente pronta para dar sequência ao seu legado, depois de uma série de problemas com gravadoras e afins.

Ela já havia disponibilizado dois singles do trabalho, as ótimas “We Appreciate Power” e “Violence”. Agora, além de divulgar a terceira faixa, “So Heavy I Fell Through the Earth”, ela também anunciou mais detalhes do sucessor de Art Angels.

Miss_Anthropocene chegará em 21 de Fevereiro de 2020 (via NME) e parece ter uma pegada mais sombria do que os trabalhos anteriores. Instrumentalmente, o disco também indica uma direção mais eletrônica e futurista. A capa do trabalho, disponível abaixo, traduz bem a intenção da obra.

Grimes - Miss_Anthropocene

Vale ressaltar ainda que a canadense já disse que acha Art Angels “um pedaço de lixo”. Sendo assim, podemos esperar algo bem distante do trabalho anterior. Já sobre o conceito do disco, Grimes explica:

Ele se chama Miss_Anthropocene. É um álbum conceitual sobre a Deusa antropomórfica da Mudança climática: Uma demônio/Rainha da beleza psicodélica que vive no espaço e aprecia o fim do mundo. Ela é composta de Marfim e Óleo.

É, deu pra entender tudo mesmo! Confira abaixo o novo single.

Grimes

“So Heavy I Fell Through the Earth”, disponível acima, foi lançado em duas versões diferentes. Chamadas de “Art Mix” e “Algorithm Mix” (“Mix Arte” e “Mix Algoritmo”, respectivamente), elas basicamente se resumem a uma versão completa (artística) e uma “versão single” com um nome bem Grimes.

Abaixo, você pode conferir ainda o tracklist de Miss_Anthropocene:

  1. So Heavy I Fell Through the Earth (Art Mix)
  2. Darkseid (feat. 潘PAN)
  3. Delete Forever
  4. Violence (feat. i_o)
  5. 4ÆM
  6. New Gods
  7. My Name Is Dark
  8. You’ll miss me when I’m not around
  9. Before the fever
  10. IDORU

The Clash: exposição incrível celebra 40 anos de “London Calling”; fotos

Assista a vídeo do último show de Mick Jones com The Clash

Se você é fã do The Clash e tem passagem marcada para Londres, temos uma parada obrigatória para você. A banda punk está comemorando 40 anos do icônico disco London Calling e preparou uma exposição incrível no Museu de Londres.

Itens raros e marcantes estarão expostos por lá, e o mais inacreditável vem logo na entrada. Sim, ele mesmo: o baixo quebrado de Paul Simonon! Imortalizado na capa do álbum, o Fender Precision Bass de Paul está ali, enquadrado e todo despedaçado.

Exposição do The Clash
Baixo quebrado de Paul Simonon, imortalizado na capa de “London Calling”. Foto: Museu de Londres

Entre outros itens especiais estão letras de músicas feitas à mão, rascunhos, guitarras de Joe Strummer, fotos raras e muito mais. Confira alguns destaques na galeria abaixo, e confira mais fotos na NME!

Exposição do The Clash

A exposição é gratuita no Museu de Londres e teve início neste dia 15 de Novembro. Ela está programada para deixar o local em 19 de Abril de 2020.

Tom Hanks quase teve um papel curioso em “Friends”; entenda

Tom Hanks em 2017
Foto de Tom Hanks via Shutterstock

Parece que, por muito pouco, não tivemos a participação de Tom Hanks em um episódio de Friends. O sexto episódio da nona temporada, “Aquele com a Babá Homem”, trouxe Sandy, a “babá homem”, para cuidar da pequena Emma.

Quem fez o papel foi o ator Freddie Prinze Jr., mas em papo com a Entertainment Weekly ele revelou que não era a primeira opção:

Eu nem deveria ter sido [a babá homem], esse papel foi oferecido ao Tom Hanks. Mas ele não chegaria de seu filme a tempo. Então meu agente me ligou e disse, ‘Você quer estar em Friends?’ E eu disse, ‘Sim, eu faço um episódio de Friends. Vai ser ótimo.’ E ele disse, ‘Beleza, vai ser gravado amanhã’.

Na cena, Freddie – ou Sandy, como preferir – aparece como um cara hiper sensível e cuidadoso. Para evidenciar isso, ele toca uma versão de “Greensleeves” na flauta para a bebê, e não foi nada fingido:

Eu tinha acabado de passar as últimas quatro horas do meu dia aprendendo a tocar ‘Greensleeves’ na flauta porque eu nunca tinha tocado antes.

Prinze Jr. fez um ótimo trabalho, mas olhando agora, é evidente que a cena foi pensada para ter Tom Hanks. Relembre abaixo (em inglês) e você vai perceber que ele encaixaria perfeitamente no papel!

Friends

Com estreia em setembro de 1994, o seriado ficou no ar por 10 anos antes de chegar ao fim em 2004. Desde então, os fãs vêm pedindo por uma reunião do elenco, que parece mais próxima do que nunca com a chegada da série ao HBO Max.

LEIA TAMBÉM: Kelsey Grammer, de “Frasier”, confirma retorno da série em 2020

Nesta sexta, Selvagens À Procura de Lei, Jonnata Doll e Amarelo Manga proclamarão sua própria #República no Rio de Janeiro

Selvagens À Procura de Lei
Foto: Divulgação

Hoje a Proclamação da República do Brasil completa 130 anos! O movimento, que instaurou o regime de república presidencialista no país, foi de suma importância para muitas das nossas regras sociais e políticas.

Coincidentemente, também estamos comemorando o nascimento de uma nova articulação política, social e principalmente musical. Isso porque o Circo Voador está prestes a proclamar a sua própria #República.

O evento, que acontece hoje no Rio de Janeiro, promete uma noite repleta de sonoridades e discursos diferentes. Dividirão o tempo na lona mais famosa do Brasil as bandas Selvagens À Procura de Lei (Ceará), Jonnata Doll e os Garotos Solventes (Ceará) e Amarelo Manga (Rio de Janeiro). Será a primeira vez dessas bandas juntas!

 

Seria essa a república dos sonhos?

Críticas políticas à parte, precisamos de renovação, de afirmação, de entretenimento. O #República vai trazer isso para seu público, ao mesclar os sons desses três bandas.

A Selvagens, por exemplo, vai apresentar pela primeira vez ao Rio o show de seu mais recente disco, Paraíso Portátil. Conversamos recentemente com o vocalista Gabriel Aragão, que deu alguns detalhes sobre as novas músicas e sobre a estética do álbum.

Sobre o evento de hoje, Gabriel destacou o lado bom de ser artista no Brasil nos dias de hoje:

Ao fazer arte, você naturalmente está resistindo. Fazer show é a minha maneira de resistir. Eu quero resistir falando de coisas realmente importantes. Não quero falar de política da boca para fora. É muito importante ter uma opinião, mas acho que também é muito importante falar sobre coisas que são eternas, como o amor verdadeiro.

Uma outra forma de resistência é a da banda Jonnata Doll e os Garotos Solventes. Este ano, eles lançaram o ótimo disco Alienígena, que deve ser o foco do show.

Sobre o evento, a banda destacou a importância de noites assim para o fortalecimento da cena. Trocas com público e com outros artistas ajuda a torná-la mais forte. “Vai ser massa o público das três bandas se mesclarem e se sacarem”, conta a banda.

São três bandas de rock que resistem independente do que tá em voga. Elas estarem na #república, no lendário Circo Voador, é uma forma incrível de celebrar isso. Muito massa a iniciativa!

A banda aproveitou também para dizer como seria a sua #república ideal.

Seria uma república em que o bem estar social fosse o foco e não as questões econômicas de uma elite social. Uma república em que a liberdade do indivíduo fosse garantida até às suas últimas consequências, desde que não atropele a do outro. (…) Queremos dividir o palco com qualquer um que saiba que estamos nos dissolvendo a cada instante, que o tempo não para, o paraíso é agora e não se constrói sozinho.

Completando o line-up, a carioca Amarelo Manga tem um disco (Nuca, de 2016) e um EP no currículo, e devem mostrar sua interessante sonoridade pop/indie rock ao público do Circo. Questionados sobre o festival, a banda se mostrou ansiosa.

São bandas consolidadas da cena que só conhecíamos pela internet. Vai ser uma troca muito boa vê-los ao vivo e poder tocar na mesma noite.

 

Serviço

Enquanto isso, a pista ficará por conta de Tom Leão. Vai perder esse evento histórico?

Aproveite e conte para a gente: como seria a sua #República ideial? Deixe sua opinião nos comentários!

Festival #República
Data: 15 de Novembro (sexta-feira)
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos s/n – Lapa, Rio de Janeiro
Horário: 21h (abertura dos portões)
Ingressos: R$ 40,00 (meia-entrada) e R$ 80,00 (inteira) (lote 1);
Meia-entrada disponível para todos que levarem 1 kg de alimento não-perecível e conforme legislação em vigor.
Venda online: Tudus
Evento oficial:  Facebook

Garotinha de 9 anos arrebenta ao tocar Nirvana na bateria; assista

Garotinha 9 anos Nirvana bateria
Reprodução/YouTube

Ah, como é bom ver crianças mandando ver na música! Agora chegou a vez de Nandi Bushell, uma garotinha de 9 anos, brilhar na internet com uma cover sensacional de Nirvana na bateria.

O vídeo onde a britânica aparece tocando “In Bloom” com uma energia que deixaria Dave Grohl de boca aberta explodiu nas redes sociais. Ao entrar no canal da mocinha, porém, a admiração cresce ainda mais.

Nandi não só toca bateria, como também manda bem demais na guitarra. Ela já fez vídeos tocando Rage Against the Machine, Foo Fighters, The White Stripes e muito mais. Na playlist abaixo é possível até vê-la tocando ao lado de Lenny Kravitz.

Incrível, não? Assista!

Anos após briga, João Gordo posta foto com Max Cavalera: “saudades”

João Gordo e Max Cavalera
Reprodução/Instagram

2019 trouxe uma série de reuniões no mundo da música e, ao que tudo indica, tem uma outra querendo acontecer: a de João Gordo e Max Cavalera.

Os músicos foram amigos próximos nos anos 90, já que suas bandas — o Ratos de Porão e o Sepultura — dividiram a cena rock da época. Em 1998, porém, com Cavalera já fora do grupo e envolvido com o Soulfly, a amizade teve um fim bruto.

Gordo gravou uma música com a antiga banda de Max, a faixa “Reza”, e o músico achou que a letra falava sobre ele. João afirma, porém, que a acusação não é verdadeira, e já se disse bastante chateado pela reação do então amigo à parceria. O vocalista chegou até a culpar a esposa de Cavalera, Glória, por afastá-lo de todos os amigos da época do Sepultura.

Agora, porém, o líder do Ratos de Porão parece disposto a mudar essa história. O músico usou seu Instagram nesta quinta-feira (14) para compartilhar uma foto antiga ao lado de Max. Na legenda, ele diz:

Não nos falamos desde 97, as vezes tenho saudades do vovô…

Max Cavalera não é um artista presente nas redes sociais, então ainda não temos um posicionamento sobre a publicação. Mas, vai que… né?

Confira a foto completa abaixo.

Filme de Adão Negro ganha data de estreia e visual incrível de The Rock

Adão Negro The Rock DC Comics
Reprodução/Instagram

Eita, que a coisa está pegando fogo! Dwayne Johnson, também conhecido como The Rock, compartilhou mais detalhes sobre o filme solo de Adão Negro.

O personagem da DC Comics vai ganhar um longa dirigido por Jaume Collet-Serra (A Orfã) e que, segundo o próprio ator, chega no dia 22 de dezembro de 2021. Em uma publicação no Instagram, The Rock revelou a data de estreia junto de um pôster onde aparece como o herói.

Na legenda, ele disse:

Me sinto honrado em fazer parte do Universo DC e é um verdadeiro prazer me tornar o Adão Negro. Ele foi abençoado pela magia com poderes iguais ao do Super Homem, mas a diferença é que ele não segue as regras. Ele é rebelde, um tipo único de herói que sempre faz o que é certo para as pessoas — mas ele o faz do seu jeito. Verdade e justiça — o jeito do Adão Negro.

A produção do filme deve começar em julho de 2020, e o roteiro fica por conta de Adam Szytkiel. Confira a publicação abaixo.

Adão Negro

View this post on Instagram

The Man in Black ⚡️ Like most kids growing up, I dreamed about being a superhero. Having cool superpowers, fighting for what’s right and always protecting the people. It all changed for me, when I was 10yrs old and was first introduced to the greatest superhero of all time – SUPERMAN. As a kid, Superman was the hero I always wanted to be. But, a few years into my fantasy, I realized that Superman was the hero, I could never be. I was too rebellious. Too rambunctious. Too resistant to convention and authority. Despite my troubles, I was still a good kid with a good heart – I just liked to do things my way. Now, years later as a man, with the same DNA I had as a kid – my superhero dreams have come true. I’m honored to join the iconic #DCUniverse and it’s a true pleasure to become, BLACK ADAM. BLACK ADAM is blessed by magic with the powers equal to SUPERMAN, but the difference is he doesn’t toe the mark or walk the line. He’s a rebellious, one of a kind superhero, who’ll always do what’s right for the people – but he does it his way. Truth and justice – the BLACK ADAM way. This role is unlike any other I’ve ever played in my career and I’m grateful to the bone we’ll all go on this journey together. BLACK ADAM 12.22.21 ⚡️ Huge thank you to my friends, @jimlee and @bosslogic for this first time ever bad ass collaboration.

A post shared by therock (@therock) on

Disney+ exclui episódio dos Simpsons com dublagem de Michael Jackson

Simpsons Michael Jackson

O Disney+ estreou no último dia 12 de novembro com muitas novidades boas e algumas polêmicas. Uma delas envolve Os Simpsons e Michael Jackson.

A plataforma de streaming inseriu os episódios da animação em seu catálogo, já que comprou a Fox há alguns meses. Acontece que a série está desfalcada em um episódio de 1991 chamado “Stark Raving Dad”.

O capítulo contava com dublagem de Jackson para o personagem Leon Kompowsky, um paciente com problemas mentais que acreditava ser o próprio cantor. No episódio, ele ainda canta “feliz aniversário” para Lisa Simpson.

Ao justificar sua decisão, o produtor James L. Brooks disse que escolheu excluir o episódio após assistir ao documentário Leaving Neverland, da HBO. O documentário acusa Michael Jackson de diversos crimes sexuais contra crianças.

Já Al Jean, um dos criadores do programa, completou:

O que me entristece é que, se você assiste ao documentário — eu assisti e vários de nós aqui assistimos — e assiste a esse episódio, honestamente, parece que o episódio foi usado por Michael Jackson para algo diferente do que tínhamos pretendido. Não era apenas uma comédia para ele, era algo que foi usado como uma ferramenta.

Eita…

LEIA TAMBÉM: Disney+ avisa quando conteúdo pode ter preconceito racial

Taylor Swift volta a denunciar empresário e pede ajuda dos fãs; entenda

Taylor Swift em 2016
Foto de Taylor Swift via Shutterstock

A briga entre Taylor Swift e Scooter Braun, seu ex-empresário, está longe de acabar.

Mais cedo neste ano, a cantora foi a público para falar sobre sua batalha com Braun para recuperar o direito de suas músicas. Mais precisamente, o empresário está “prendendo” todos os discos de Swift até Reputation, lançado em 2017.

A artista decidiu, em acordo com Scooter, regravar todo o seu catálogo em 2020 para voltar a ter poder sobre suas músicas. Após alguns meses de silêncio, porém, Taylor voltou a falar sobre o assunto nesta quinta-feira (14) — e com uma reviravolta bem feia.

De acordo com a carta aberta de Swift, Braun e Scott Borchetta estão a impedindo de apresentar suas músicas antigas em uma premiação. A cantora será premiada pela Billboard, como te contamos por aqui, e planejava cantar um medley de sua carreira. De acordo com o empresário, isso configuraria como uma regravação das canções antes do prazo combinado.

Além disso, Scooter Braun ainda estaria impedindo Taylor Swift de lançar um documentário sobre sua jornada na Netflix.

No comunicado, a cantora pede ajuda de seus fãs e afirma que não poderia mais ficar quieta sobre o caso. Swift sugere que seus seguidores bombardeiem os empresários com mensagens se opondo à decisão — a artista ainda pede para que artistas que trabalham com eles entendam seu pedido.

Confira a publicação abaixo.

Taylor Swift

Vale lembrar que a cantora vem divulgar seu novo disco, Lover, no Brasil em 2020. Saiba mais por aqui.

Há 10 anos, Them Crooked Vultures lançava seu primeiro e único disco

Them Crooked Vultures
Foto: Divulgação

Supergrupos sempre foram um conceito complicado. Muitas vezes, acabam comprovando que não adianta só juntar duas (ou mais) coisas ótimas para surgir algo incrível. No entanto, quando dá certo, costuma dar muito certo — é o caso do Them Crooked Vultures.

Em 2009, um trio de grandes nomes do rock se juntaria para formar o que está na história como um dos maiores supergrupos que já existiram. A trajetória, no entanto, parece ter começado em 2005. Dave Grohl (Foo Fighters, Nirvana) contou, à época, em entrevista à Mojo:

O próximo projeto que eu estou tentando iniciar envolve eu na bateria, Josh Homme na guitarra e John Paul Jones tocando baixo.

E assim foi. Josh Homme (Queens of the Stone Age, Desert Sessions) e John Paul Jones (Led Zeppelin) se juntaram a Grohl e surgiu o Caligula — que mudaria de nome para Them Crooked Vultures quando estes descobriram que o nome escolhido não estava disponível.

Em 26 de Outubro de 2009, depois de poucos meses em estúdio (os relatos dizem que as gravações começaram em Julho), o TCV lançava seu primeiro single: “New Fang”.

Them Crooked Vultures 

Vale ressaltar que, antes mesmo de lançar seu primeiro single, a histeria pela banda já era notável. Em Setembro, divulgaram a turnê Deserve the Future — única até o momento — e os shows no Reino Unido esgotaram imediatamente. Foram só 12 minutos de vendas!

O TCV correspondeu a todas as (enormes) expectativas. Em 16 de Novembro, após ter divulgado o single “Mind Erases, No Chaser” 13 dias antes, o trio lançou o disco Them Crooked Vultures que recebeu notas bem positivas de críticas e, principalmente, grande aceitação dos fãs.

Com 13 faixas, o álbum desenvolveu algumas das canções mais interessantes da carreira dos três membros até hoje. A enérgica e groovada “Elephants” e a confusa e sensual “No One Loves Me & Neither Do I” são só dois exemplos disso.

Sonoridade do TCV

A verdade é que o TCV soa como uma condensação dos elementos que caracterizam cada uma das respectivas bandas. “Gunman”, por exemplo, traz uma enorme influência do som do Queens of the Stone Age; por outro lado, “Scumbag Blues” já soa mais como uma modernização do Led Zeppelin.

Apesar de todos os três serem gigantes da indústria, vale ressaltar que Josh Homme acabou tomando a frente do projeto. Grohl pareceu respeitar seu espaço como baterista — e não frontman — e John Paul Jones também se manteve em segundo plano, explorando mais a sua criatividade incrível no baixo e em outros instrumentos e menos a sua imagem. O conflito de egos foi deixado de lado para criar o melhor disco já feito por um supergrupo.

Relembre abaixo!

Reunião

Após o hype do primeiro álbum, os integrantes falavam constantemente sobre um possível segundo trabalho. Infelizmente, ele ainda não saiu do papel, mesmo com JPJ tendo dito que o trio iria ao estúdio “muito em breve”.

A partir de 2012, no entanto, os rumores esfriaram e a banda aceitou o hiato. Agora, a boa notícia é que parece que o Them Crooked Vultures está mais perto do que nunca de voltar. Como te contamos por aqui, Dave Grohl disse, em Agosto:

Tecnicamente, ainda somos uma banda. Nós ensaiamos uma vez a cada década, e estamos entrando em mais uma década, não estamos? Não tenho nenhuma novidade oficial, mas há sempre algo no forno.

Claro que esse papo desencadeou uma expectativa, e Josh Homme foi obrigado a esclarecer algumas coisas. Ele deixou claro que reunir a banda “faz parte do papel do Dave”, como te contamos no início deste mês.

O fato é que o momento nunca esteve melhor. Com os três projetos principais do músico sem grandes lançamentos nos últimos tempos, o aniversário de 10 anos do álbum e o sucesso das recentes reuniões da música, o contexto é perfeito.

Volta, TCV!

Sensacional: BaianaSystem ganha Grammy Latino de Melhor Álbum; saiba mais

BaianaSystem Coala Fest 2019
Foto por Stephanie Hahne

O BaianaSystem acaba de fazer história no Grammy Latino.

A premiação está acontecendo nesta quinta-feira (14), e a banda levou o prêmio de Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Português pelo disco O Futuro Não Demora, lançado em fevereiro deste ano.

O grupo concorria com Pitty (“MATRIZ”), The Baggios (“Vulcão”), Chal (“O Céu Sobre a Cabeça”) e Liniker e os Caramelows (“Goela Abaixo”). Em outras categorias, ainda concorrem Criolo, Anitta, Nego do Borel, Anavitoria, Mahmundi e mais.

Parabéns, Baiana!

Ozzy Osbourne recruta Marilyn Manson para novas datas de turnê

Ozzy Osbourne e Marilyn Manson
Fotos via Wikimedia Commons

Ozzy Osbourne já remarcou os shows que havia cancelado nos Estados Unidos e agora anuncia um convidado especial.

Marilyn Manson abrirá as apresentações americanas da No More Tours 2 em 2020. Os shows começam no dia 27 de maio, em Atlanta, e se encerram no dia 31 de julho, em Las Vegas.

Ao anunciar a novidade, Ozzy ainda elogiou o colega música:

O Marilyn é matador ao vivo. Ele é tão espalhafatoso, e se eu acho isso, então preste atenção, porque estamos todos fodidos.

Manson respondeu a gentileza:

Eu já fiz turnês com o Ozzy várias vezes e sempre foi espetacular para caralho. Estou honrado de poder fazer isso de novo. Essa não dá para perder.

Na Europa, o Judas Priest continua confirmado como o ato de abertura. Os shows também farão parte da comemoração de 50 anos da banda liderada por Rob Halford, que também veio ao Brasil em 2018.

Saiba mais sobre a turnê de Ozzy por aqui.

Ozzy Osbourne

Vale lembrar que o Príncipe das Trevas está se preparando para lançar um novo disco em janeiro de 2020. O primeiro single de Ordinary Man é “Under The Graveyard”, sua primeira inédita em nova anos. Ouça clicando aqui.

“Papo de Música” completa 1 ano no YouTube com entrevista de Tiê

Papo de Música com Fabiane Pereira

O Papo de Música, canal no YouTube apresentado pela jornalista Fabiane Pereira, completa 1 ano em novembro. Um dos raros canais de entrevistas que tem a música como protagonista, o Papo de Música semanalmente põe no ar uma entrevista inédita, exclusiva e com uma edição graciosa — assinada pelo Vitor Souza Lima.

A primeira entrevista foi ao ar no dia 13 de novembro de 2018 e nela Fabi entrevistava a cantora Roberta Sá (veja aqui). Um ano depois, outra cantora estará no canal celebrando seus dez anos de carreira e o primeiro aniversário deste espaço tão importante para a música contemporânea. Tiê foi a escolhida por Fabi para esta comemoração. Ela conta:

Todos os projetos que idealizei até hoje teve a participação da Tiê. Acompanho de perto o trabalho dela, gosto da forma como conduz sua carreira e, por coincidência, nos encontramos durante o verão na cidade de Nova York. Daí não podia perder a oportunidade de entrevista-la pro canal na ‘big apple’. A sinergia foi tanta que criei um novo projeto pro canal chamado Papo de Música Pelo Mundo e nele vou entrevistar artistas mundo afora.

Além do programa com a Tiê gravado em Nova York que irá ao ar na próxima terça, dia 11 de novembro, Fabi já gravou com a banda Francisco El Hombre no México e com a cantora Ava Rocha na Colombia.

Estou muito feliz com os rumos do canal. É muito bacana estar à frente de um espaço independente com total autonomia para entrevistar os artistas que respeito. Mas minha maior dificuldade é viabilizá-lo financeiramente. Por isso faço um apelo a marcas que tenham sinergia com os jovens interessados em música: apoiem o Papo de Música. Sem politicas públicas voltadas para a cultura, precisamos que a iniciativa privada abracem todos os projetos do ecossistema da musica senão nossa maior riqueza cultural será esvaziada.

Fabi também é apresentadora do programa de rádio FARO há quase dez anos no dial carioca. Atualmente o programa é transmitido na rádio MOOD FM (104.5), aos domingos, sempre às 21h. “Criei o canal porque o FARO tem um recorte muito específico (só a nova produção musical contemporânea rotulada de MPB) e eu queria entrevistar músicos de todos os gêneros e gerações,” explica.

Se você ainda não se inscreveu no canal, a hora é essa. Toda terça, às 21h, entrevistas descontraídas com artistas dos mais variados gêneros musicais em um tom intimista vai ao ar com uma pitada de seriedade e boa dose de bom humor.

Já passaram pelo canal ao longo deste primeiro ano nomes como Adriana Calcanhotto, Nando Reis, Jards Macalé, Marina Lima, Lulu Santos, Marcelo Jeneci, Rubel, Criolo, Lenine, Baco Exu do Blues e muitos outros.

Fofo! Machine Gun Kelly ouve reclamação de garotinha e toca sua música preferida

Machine Gun Kelly e garotinha fofa
Reprodução/Instagram (@machinegunkelly)

Machine Gun Kelly é uma das revelações do hip hop/rap rock atualmente nos EUA. Nascido Richard Colson Baker, o artista de 29 anos adotou o pseudônimo de um gângster americano dos anos 1900, mas sua personalidade não tem nada a ver com o nome (que traduz para “Kelly Metralhadora”).

O rapper está em turnê pelos EUA e, aparentemente, teve que lidar com uma “cliente insatisfeita”. Uma pequena garotinha, chamada apenas de “florzinha” por ele, disse que ele não teria tocado sua música preferida durante a apresentação.

A reclamação foi prontamente atendida! Kelly pulou a grade que os separava, pegou o violão (que ela gentilmente segurou para que ele pudesse pular) e executou a música. Como o vídeo é cortado antes dele cantar, não é possível saber com exatidão qual canção era — mas parece ser “Rehab”, do disco Bloom (2017).

A reação da garotinha é impagável. Ela não consegue conter a alegria! Confira abaixo.

Vídeo de Machine Gun Kelly e Reações

O músico, que também é ator e chegou a viver Tommy Lee no filme biográfico do Mötley Crüe, postou o vídeo em sua conta no Instagram com a seguinte legenda:

Essa florzinha veio falar comigo e disse que eu não toquei sua música preferida no show, então…

Claro que o vídeo está recebendo uma chuva de comentários e reações positivas. Aliás, já são mais de 2 milhões de reproduções e 20 mil respostas! Inclusive, apareceram por lá o ator Michael B. Jordan, que disse “Coração de ouro, irmão!”, e a cantora Halsey, que só comentou “Colson ?”.

Mandou bem demais!

Banda brasileira Glue Trip é confirmada no Treefort Music Fest 2020, nos EUA

Glue Trip
Divulgação

Olha só a música brasileira ganhando espaço lá fora! O Glue Trip, quarteto de João Pessoa, é um dos nomes confirmados no festival Treefort Music Fest.

O evento acontece em Boise, Idaho, nos Estados Unidos, e a banda será a única atração brasileira por lá. Os caras tocam também no SXSW, no Texas, apenas uma semana antes. Incrível não?

A edição 2020 do Treefort Music Fest acontece de 25 a 29 de março e reúne música, gastronomia, lifestyle e tantas outras manifestações culturais. Assim como nas últimas edições, esta terá mais de 400 atrações — foram exatas 432 em 2019.

Nomes também confirmados no line-up são Chromatics, Japanese Breakfast, Omar Apollo, Christian Scott, Tunde Adjuah, Larkin Poe, Peter Bjorn and John, Tennis Prefuse 73, AJJ, Sinkane, Magic Sword, Chad VanGaalen, Pell The Felice Brothers, Joshy Soul, Monophonics, The Districts, Rituals of Mine, Ellis e muitos outros.

Confira todas as informações por aqui.

Glue Trip

Atualmente, a banda está num extensa turnê de 17 shows, que passa por diversas regiões do Brasil, além de Argentina e Chile.

A Glue Trip lançou o videoclipe para “Friend Zone Forever”, que estreou simultaneamente com destaque em mídias especializadas no Brasil, Argentina, Chile, Estados Unidos e Portugal.

Assista:

Lançamentos nacionais: Slim Rimografia, Barbara Ohana, Born to Freedom, Pietro Domiciano e Zéfiro

Slim Rimografia - Burla (foto - Tiago Rocha)
Crédito: Tiago Rocha

O rapper Slim Rimografia lançou o clipe para a faixa “Burla”, presente no EP SinGo, de 2018. A letra fala sobre as prisões mentais e materiais, além da repressão policial e das desigualdades.

No beat do trap, Slim se divide entre a rima dos versos e o canto do refrão com suas típicas canetadas que acompanham os graves. A nova música ainda faz referência aos Racionais MC’s com o sample de “Negro Drama” e a inspiração na capa do álbum Raio X Brasil (1993), que traz a temática carcerária representada pelas grades de uma gaiola.

Barbara Ohana

Depois de lançar o clipe para o single “Chains”, Barbara Ohana disponibilizou nas principais plataformas digitais o EP Looking For A New Place To Begin. O compacto apresenta seis faixas, sendo três inéditas da cantora, que costuma compor para outros artistas.

Dirigido por Henrique Sauer e protagonizado por Johnny Massaro, o vídeo de “Chains” mostra a rotina da personagem que tenta se desprender de suas amarras.

“Esse cantor representa o palco, que começa a tomar conta da paisagem mental dele. O exterior. Falando da solidão de quem quer estar perto de alguém, de todo mundo, e acaba se perdendo. Sem a sinceridade com os próprios desejos, ele não consegue se sentir menos sozinho. Na verdade , nem ele nem ninguém”, observa Bárbara.

Born to Freedom

O grupo Born to Freedom lançou recentemente no YouTube o single “Reciclaram Nossos Sonhos Pra Vender”. A música faz parte do segundo disco da banda de hardcore de Natal/RN, Time To Change, que saiu hoje (14). O álbum tem produção de Cassio Zambotto e é considerado uma síntese do momento político atual brasileiro.

“Reciclaram Nossos Sonhos” é a primeira música da banda em português e sua letra retrata como a precarização das relações de trabalho em nome da acumulação do capital se entranham em nosso cotidiano e nos faz parte de todo esse processo, ressaltando também as suas consequências na nossa vida para além do trabalho e dos afazeres, as doenças e seus sintomas, tenta ser um retrato de atual metamorfose do trabalho”, afirma o grupo.

Pietro Domiciano

O cantor Pietro Domiciano lançou seu segundo álbum, A de Amor, nas principais plataformas digitais. O disco autoral foi produzido por Rodigo Lemos (Lemoskine) e é tido como um manifesto político que representa algo muito importante na carreira do artista e de sua vida pessoal.

Zéfiro

O álbum de estreia de Zéfiro, Terra Fechada, ganhou uma série de clipes ao vivo gravados durante show na Casacajá, em Brasília. A cada semana, um vídeo será disponibilizado na internet, e posteriormente todos eles serão reunidos no EP Ao Vivo na Casacajá. A versão live de “O Rio” é a primeira das faixas apresentadas ao público.